Agreco

Alimentação Escolar Orgânica

Agreco na Alimentação Escolar Orgânica

Agreco na Alimentação Escolar Orgânica

Em que o sabor de galinhas caipiras, pão de milho e hortifrutigranjeiros das Encostas da Serra Geral poderiam influenciar no saber de cerca de 70 mil crianças, de 7 a 13 anos de idade, de escolas estaduais urbanas? A resposta da diretora Deise Mara Daeuble de Menezes, da Escola de Educação Básica Lauro Muller, no centro de Florianópolis, é precisa: “Em tudo”. Essa escola foi pioneira na adoção de alimentação escolar orgânica em agosto de 2001 e, nos dois dias por semana em que é servida, os resultados se verificam na brusca queda da evasão escolas e no rendimento social e didático de alunos que tinham problemas de subnutrição.

O sucesso desta parceria entre o Fórum do Maciço do Morro da Cruz, Secretaria Estadual de Educação e a Agreco foi tão grande que, em três meses, outras oito escolas do Maciço entraram no programa. Até dezembro de 2002, a alimentação escolar orgânica era servida em 26 escolas da rede estadual da capital catarinense, 15 de Criciúma e 20 de Itajaí. Elas recebiam os produtos das Encostas da Serra Geral para preparar a alimentação escolar.

A idéia surgiu numa palestra do professor Wilson Schmidt durante uma reunião do Fórum do Maciço do Morro da Cruz, em fevereiro de 2001. Em junho deste mesmo ano, em outra reunião para formação do Fórum da Economia Solidária, foi elaborado um pré-projeto que previa a compra, pelo Estado, de produtos da Agreco para a alimentação escolar. Imediatamente aceito pelo Governo do Estado de Santa Catarina, dois meses depois, 1.075 alunos (90% deles do Maciço do Morro da Cruz) da Lauro Muller recebiam na escola as refeições elaboradas com os produtos éticos e orgânicos da Agreco.

Com em toda iniciativa pioneira, houve alguns percalços. Nas primeiras semanas, muitas crianças rejeitaram os pratos elaborados pelas merendeiras, acostumadas a cozinhar macarrão parafuso e as sardinhas que tampouco eram apreciadas pelos alunos, mas ainda fornecidos pelo governo às escolas. A galinha caipira ficava dura, a sopa não era saborosa e o pão de milho não agradava ao paladar dos alunos. Foi quando surgiu um outro projeto, o Sabor e Saber, em que as agricultoras das Encostas da Serra transmitiam para as merendeiras as receitas e segredos da culinária do campo.

Aos poucos, o pão de milho ganhou como opção o pão integral, as merendeiras passaram a utilizar os ingredientes do sopão para uma deliciosa maionese e a galinha caipira achou seu ponto sem passar pela panela de pressão. Também aos poucos, os alunos aprenderam a comer e a gostar de alface, beterraba e outras saladas. E os efeitos se manifestaram nas presenças de livros de chamada, nas filas para a alimentação escolar que ampliaram sensivelmente às terças e quartas feiras e, principalmente, no aprendizado e no desenvolvimento físico e social de muitas crianças.

Além da boa comida, existe toda uma orientação sobre a importância da alimentação orgânica, suas vantagens para a saúde e, também, da importância de valorizar o trabalho do homem do campo e dar condições de mantê-lo no meio rural. Esta conscientização é o saber que vem junto com o sabor dos produtos orgânicos feitos pela Agreco.

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